O ministro da agricultura estufa o peito e promete aos quatro ventos,
como sua grande meta de gestão,
estimular a expansão da fronteira agrícola
em mais 20.000.000 (vinte milhões) de hectares em quatro anos.
Ora, do outro lado da fronteira agrícola está a natureza, ou seja,
pode-se ler que, durante o mandato do atual Presidente da República,
a meta agrícola não é estimular a produtividade
(aumento da produção na mesma área, com emprego de mais tecnologia)
e sim o avanço brutal sobre 20.000.000 de hectares de natureza original.
Quando se fala em natureza no Brasil, fala-se no que ainda resta de natureza.
A 4ª Companhia do Batalhão da Polícia Ambiental de Cachoeiro apreendeu 49 armas de fogo este ano, em toda a região Sul do Estado. A maioria das apreensões está relacionada à atividade ilegal da caça predatória em vários municípios. As estatísticas apontam o aumento do número de armamentos recolhidos. Em todo o ano passado, foram apreendidas 42 armas de fogo e 96 munições, enquanto que, em 2008, somente até julho, já são 483 munições e quase 50 armas apreendidas: 27 espingardas, 11 canhões, quatro garruchas, uma pistola, um rifle e cinco revólveres.
Forragens que levam a menos emissão de metano e substâncias inibidoras da nitrificação do solo figuram entre as soluções buscadas pelo setor agropecuário para reduzir sua contribuição para a mudança climática.
Eis que um termo relativamente novo (pelo menos para mim...) vem aos poucos chegando à mídia: greenwashing (Amigos publicitários: existe uma palavra em português para isso?). Seu significado é simples: a propaganda de uma empresa com o intuito de (tentar) ser ecologicamente correta mas que não o é de fato. Ou seja, propaganda ambiental enganosa, omissa ou incoerente com o valor ambiental do negócio gerido.
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou uma campanha mundial para o plantio de árvores Plantemos para o Planeta: Campanha do 1 Bilhão de Árvores. Pessoas, comunidades, empresas e industrias, organizações de sociedade civil, organizações e governos são encorajados a fazer um compromisso de participação on-line, a fim de plantar, ao menos, 1 bilhão de árvores em todo o mundo durante 2007.
Li a matéria sobre a pouca valorizaçao do Caparaó Capixaba em relaçao ao que acontece no lado mineiro da serra. Porém, precisamos fazer algumas consideraçoes.
Desde o primeiro Fórum Pró-Caparaó, a mais ou menos 12 anos atrás, não tinhamos nada...absolutamente nada que pudessemos considerar como política voltada para o desenvolvimento da região. Alguma açoes isoladas perdiam-se no tempo e no espaço e, em sua maioria, sem maiores resultados.
Brasília 23/03/2008 - A poluição tornou 70% das águas de rios, lagos e lagoas do Brasil impróprias para o consumo. É o que aponta relatório editado pela organização não-governamental "Defensoria da Água", ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). De acordo com o relatório, as 20.760 áreas de contaminação mapeadas pelos pesquisadores afetam diretamente cinco milhões de pessoas, além de outras 15 milhões de vítimas de impactos indiretos. .
Gostaria de elogiar e apoiar a iniciativa da criação do site caparao.org.cyberativismo, concebido e elaborado na parte capixaba do Parque Nacional do Caparaó. Esta ação merece todo o apoio de moradores não só do entorno, mas de todos aqueles que se preocupem com a preservação do que resta da biodiversidade e com a preservação ambiental, não só no Caparaó, mas em todo o planeta.
A eucaliptocultura, hoje tão presente em nosso território do Caparaó, revela uma estratégia perigosa de associaçao da mesma com o sequestro de carbono. Porém, algumas questões devem ser colocadas a este respeito.